O grupo também reuniu-se com Peace research intitute oslo (PRIO), um tradicional centro de pesquisa que atua nas linhas de dinâmicas sociais, estudos de conflitos e dimensões de segurança e que desenvolve trabalhos no Brasil principalmente na temática violência urbana; outro grande momento foi o encontro com representantaes da AIN - Ajuda das igrejas Noroeguesas, ong que apoia os projetos sociais desenvolvidos em Barcarena.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Barcarena Rumo ao Fórum!
O grupo também reuniu-se com Peace research intitute oslo (PRIO), um tradicional centro de pesquisa que atua nas linhas de dinâmicas sociais, estudos de conflitos e dimensões de segurança e que desenvolve trabalhos no Brasil principalmente na temática violência urbana; outro grande momento foi o encontro com representantaes da AIN - Ajuda das igrejas Noroeguesas, ong que apoia os projetos sociais desenvolvidos em Barcarena.
sexta-feira, 2 de março de 2012
ALBRÁS AMEAÇA FECHAR AS PORTAS!
Cerca de 2 mil trabalhadores da empresa Albrás, com sede em Barcarena, vivem dias de apreensão depois que os diretores anunciaram que a empresa que pode fechar a fábrica local se o custo da energia não for reduzido. Pois os mesmos alegam que a taxas cobradas são abusivas e que metade de sua despesa é com energia.
''abusiva mesmo é a taxa que nós temos que pagar para que essa empresa tenha energia barata''
Também devemos lembrar que grande parte dos recursos empregados na construção deste empreendimento são de subsídios do governo, ou seja, dinheiro público, dinheiro este também usado na construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, erguida para suprir a necessidade energética da cadeia produtiva do alumínio, e, desde o inicio os diretores já tinham conhecimento de que a produção de alumínio consome muita energia, então, usar essa desculpa agora não parece ser a melhor alternativa, deve se averiguar quais os interesse por trás desta ameaça, pois todos nós sabemos o potencial do município de Barcarena, que chegou a receber só de janeiro a junho do ano passado 13% de todo o capital externo que entrou no Brasil, então não é aceitável que por causa de taxas que nein são tão altas, uma empresa queira sair de nosso municipio.
Parte grande deste recurso (R$ 5 bilhões) será empregada na construção da Companhia de Alumina do Pará (CAP),e que fornecerá matéria prima para a empresa em questão. Sendo assim em lugar nenhum do mundo a Albrás terá oque barcarena lhe oferece, matéria e proximidade da zona portuária e por que não citar energia barata.
A parte vergonhosa desta história é que o governo irá negociar a redução da tarifa sobre o consumo de energia com a Albrás, mas como todos nós sabemos este mesmo governo há anos privatizou a rede celpa (centrais elétricas do Pará), então não existe um motivo para o governo sentar em mesas de negociação ou será que mais uma vez teremos qe pagar essa conta?
Ah, só um pequeno dado da internet.
''A cadeia produtiva do alumínio em Barcarena é a única completa do Pará e representa 1/3 do PIB. A Albras é um elo dessa cadeia, transforma alumina em alumínio e vende para empresas como a Alubar (também em Barcarena) que produz cabos de alumínio.''
Mais uma coisa!
A Justiça paraense condenou as empresas ALBRAS e ALUNORTE a pagarem indenizações por danos ambientais comunitários de Barcarena, como indenização e reparo de danos por um acidente ocorrido em 2004. A sentença é do juiz da 1ª Vara da Comarca de Barcarena, Raimundo Santana. A indenização é de quatro salários mínimos (por danos materiais) e R$ 30 mil (por danos morais) a cada um dos 15 moradores da Vila do Conde.
A ação foi movida, em sua maioria por comerciantes da área, devido ao aparecimento de uma poeira de cor preta que poluiu a atmosfera do lugar, em especial na praia.
''abusiva mesmo é a taxa que nós temos que pagar para que essa empresa tenha energia barata''
Também devemos lembrar que grande parte dos recursos empregados na construção deste empreendimento são de subsídios do governo, ou seja, dinheiro público, dinheiro este também usado na construção da usina hidrelétrica de Tucuruí, erguida para suprir a necessidade energética da cadeia produtiva do alumínio, e, desde o inicio os diretores já tinham conhecimento de que a produção de alumínio consome muita energia, então, usar essa desculpa agora não parece ser a melhor alternativa, deve se averiguar quais os interesse por trás desta ameaça, pois todos nós sabemos o potencial do município de Barcarena, que chegou a receber só de janeiro a junho do ano passado 13% de todo o capital externo que entrou no Brasil, então não é aceitável que por causa de taxas que nein são tão altas, uma empresa queira sair de nosso municipio.
Parte grande deste recurso (R$ 5 bilhões) será empregada na construção da Companhia de Alumina do Pará (CAP),e que fornecerá matéria prima para a empresa em questão. Sendo assim em lugar nenhum do mundo a Albrás terá oque barcarena lhe oferece, matéria e proximidade da zona portuária e por que não citar energia barata.
A parte vergonhosa desta história é que o governo irá negociar a redução da tarifa sobre o consumo de energia com a Albrás, mas como todos nós sabemos este mesmo governo há anos privatizou a rede celpa (centrais elétricas do Pará), então não existe um motivo para o governo sentar em mesas de negociação ou será que mais uma vez teremos qe pagar essa conta?
Ah, só um pequeno dado da internet.
''A cadeia produtiva do alumínio em Barcarena é a única completa do Pará e representa 1/3 do PIB. A Albras é um elo dessa cadeia, transforma alumina em alumínio e vende para empresas como a Alubar (também em Barcarena) que produz cabos de alumínio.''
Mais uma coisa!
A Justiça paraense condenou as empresas ALBRAS e ALUNORTE a pagarem indenizações por danos ambientais comunitários de Barcarena, como indenização e reparo de danos por um acidente ocorrido em 2004. A sentença é do juiz da 1ª Vara da Comarca de Barcarena, Raimundo Santana. A indenização é de quatro salários mínimos (por danos materiais) e R$ 30 mil (por danos morais) a cada um dos 15 moradores da Vila do Conde.
A ação foi movida, em sua maioria por comerciantes da área, devido ao aparecimento de uma poeira de cor preta que poluiu a atmosfera do lugar, em especial na praia.
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